SINDICATO DOS TRABALHADORES NAS INDÚSTRIAS METALÚRGICAS, MECÂNICAS E DE MATERIAL ELÉTRICO DE GOIÂNIA – SINDMETAL – GO

Menu

Valor da cesta básica está mais alto

Este foi o quinto maior aumento registrado entre as 17 capitais pesquisadas pelo Dieese

Alimentos que vinham dando trégua ao bolso dos consumidores voltaram a subir e contribuiram para aumentar o custo de vida dos goianienses. Com a elevação dos valores de produtos essenciais como açúcar, tomate e arroz, a cesta básica fechou o mês de julho custando R$ 258,66, um aumento de R$ 14,63 (6%), se comparado a junho.

Este foi o quinto maior aumento registrado entre as 17 capitais pesquisadas pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), que revelou ontem os dados da cesta básica.

Embora todas as capitais tenham apresentado aumento em parte dos 13 produtos essenciais que compõem a cesta, na somatória Goiânia ficou atrás apenas de Belo Horizonte (8,41%) Rio de Janeiro 7,50%, Porto Alegre 7,03% e Brasília (6,11%).

Aqui, o principal vilão foi o tomate. O produto subiu 83,1% em pleno período de estiagem. A explicação está na quebra de safra da lavoura em outros Estados.

A funcionária pública Joelma Barreto de Oliveira Siqueira conta que, apesar de ser um alimento considerado insubstituível na mesa de muitos brasileiros, ela abriu mão do consumo desde o último dia 16. “Não comprei mais. Nós temos de saber esperar o preço diminuir”, aconselha. Na semana passada, encontrou o quilo por R$ 6 e ontem estava a R$ 4,99.

Proprietária de um restaurante, a empresária Calcimar Braz de Oliveira Pimenta conta que percebe pequenas alterações nos preços dos produtos que muitas vezes fogem de consumidores menos atenciosos. “Além do tomate, teve o açúcar, feijão e o óleo.” O açúcar também influenciou o valor da cesta básica. Saltou de R$ 1,71 para R$ 1,80 o quilo, o que representa variação de 5,56%.

Sete produtos da cesta básica do goianiense apresentaram queda. A preço do quilo da batata diminuiu 6%, seguido pelo café (- 3,83%) e farinha de trigo (- 3,75%). Apesar da ligeira queda (1,11%), o feijão apresentou sua segunda queda consecutiva este ano. É uma boa notícia, mas não chega a impactar a alta acumulada nos seis primeiros meses deste ano, quando o grão ficou 45,81% mais caro.

B-_WEB

Fonte: O Popular (GO)

Deixe um comentário