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Metalúrgicos da GM encerram a paralisação e sistemistas prosseguem com a greve

A greve havia se iniciado na quarta-feira da semana passada. Os trabalhadores compensarão os dias parados em sábados a serem marcados

Os metalúrgicos da fábrica da GM descruzaram os braços e voltaram ao trabalho na tarde desta segunda-feira, em Gravataí. Em assembleia realizada no começo da tarde, a categoria decidiu aceitar a proposta formulada em audiência de instrução e conciliação no Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 4ª Região, realizada na sexta-feira passada, na Capital. Entre os principais pontos do texto, estão reajuste salarial de 9,5% (sendo 7,22% referentes ao INPC e 2,3% de ganho real), piso salarial de R$ 1.200,00, abono salarial de R$ 3 mil, Programa de Participação de Resultados (PPR) de R$ 9.650,00 para 100% das metas e 1% a cada cinco anos. A proposta também contempla jornada de trabalho de 41 horas semanais a partir de maio e de 40 horas a partir de abril do próximo ano.

A greve havia se iniciado na quarta-feira da semana passada. Os trabalhadores compensarão os dias parados em sábados a serem marcados. Segundo o Sindicato dos Metalúrgicos de Gravataí, 3 mil trabalhadores aderiram ao movimento. “A decisão é soberana e foi democraticamente debatida entre os trabalhadores. A sensação é de que o movimento grevista foi vitorioso”, analisa o diretor de assuntos jurídicos da instituição, Edson Dorneles. Se o impasse entre os metalúrgicos e a GM teve fim, o mesmo não ocorre no complexo automotivo. Cerca de 2.500 sistemistas, de 17 empresas, continuam em greve. Nesta terça-feira, às 9h30min, ocorre uma audiência de conciliação no TRT, na Capital. Os profissionais esperam uma proposta semelhante à aprovada pelos metalúrgicos da GM.

Fonte: Jornal do Comércio (RS)

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