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Desemprego fica estável em julho nas regiões pesquisadas pelo Dieese

Taxa de nas sete regiões metropolitanas do país ficou estável em 10,7%. Número de desempregados foi estimado em 2,419 milhões, 14 mil a mais

A taxa de desemprego nas sete regiões metropolitanas do país ficou estável em 10,7% em julho, a mesma taxa de junho, aponta nesta quarta-feira (29) a Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED), realizada em conjunto pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Econômicos (Dieese) e pela Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade).

No mesmo período do ano passado, o desemprego era de 11%.

O contingente de desempregados nas sete regiões em julho foi estimado em 2,419 milhões de pessoas, 14 mil a mais que em junho.

O levantamento é realizado nas regiões metropolitanas de São Paulo, Belo Horizonte, Porto Alegre, Salvador, Recife, Fortaleza e no Distrito Federal.

De acordo com a pesquisa Dieese/Seade, a população economicamente ativa (PEA) das sete regiões ficou em 22,617 milhões de pessoas, 133 mil mais que em junho.

Por regiões
Na passagem de junho para julho, o desemprego diminuiu em São Paulo, de 11,2% para 11,1%. A taxa de desemprego também caiu no Distrito Federal, de 12,9% para 12,7%; em Porto Alegre, de 7,2% para 7%; e em Salvador, de 17,9% para 17,8%.

A taxa subiu em Belo Horizonte, de 4,8% para 5%, e no Recife, de 10,9% para 11,6%. Em Fortaleza, o desemprego se manteve em 9,7%.

A pesquisa também mostrou que índice de trabalhadores com carteira assinada no setor privado caiu 0,3% de junho para julho, o que representou 29 mil pessoas ocupadas a menos nessa condição. No mesmo período, o número de trabalhadores sem carteira cresceu 65 mil, o que representa alta de 3,8% ante junho.

Na comparação com julho do ano passado, o número de trabalhadores com carteira no setor privado cresceu 429 mil (alta de 4,5%) e o de sem carteira caiu 17 mil (queda de 0,9%).

Setores
Na comparação com junho, a indústria de transformação foi o setor que mais demitiu no conjunto das sete regiões, com 39 mil ocupados a menos. Também foram 17 mil a menos em comércio e reparação de veículos. Na construção civil o número de ocupados cresceu 3 mil e, nos serviços, aumentou 172 mil. Isso totaliza 119 mil ocupados a mais no conjunto dos setores.

Na comparação com julho do ano passado, a indústria de transformação registrou demissão líquida de 47 mil pessoas. Comércio e reparação de veículos reduziu em 91 mil o número de ocupados. Na construção, o número cresceu 119 mil e, em serviços, aumentou 554 mil. Isso representa 499 mil ocupados a mais que em julho de 2011.

Renda
Em junho, no conjunto das sete regiões pesquisadas, o rendimento médio real dos ocupados subiu 1%, para R$ 1.495 em relação a maio. Já o rendimento médio real dos assalariados ficou em R$ 1.533, alta de 0,1% ante maio.

Na pesquisa do Dieese/Seade os dados relativos à renda são sempre o do mês anterior ao do levantamento.

Fonte: G1.com

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