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Cresce o PIB de Goiás e a geração de emprego

Produto Interno Bruto deve bater recorde este ano, segundo estimativa divulgada pela Segplan

O Produto Interno Bruto (PIB) de Goiás deverá bater recorde este ano, chegando a cifra de R$ 112,33 bilhões, conforme projeções do Instituto Mauro Borges, da Secretaria de Gestão e Planejamento (Segplan). Apenas no primeiro semestre deste ano, o PIB goiano avançou 5%, um dos maiores índices do Brasil,  enquanto o da média nacional chegou a apenas 0,6%.

Os últimos dados consolidados do PIB goiano, já divulgados pelo IMB/Segplan junto com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostram que em 2010 Goiás registrou o maior incremento de seu Produto Interno Bruto desde 1995. A soma das riquezas produzidas em Goiás em valores correntes atingiu em 2010 o montante de R$ 97,58 bilhões. Goiás é o nono na escala do PIB.

De 1999 para cá, o PIB saltou de R$ 17,4 bilhões para um valor projetado de  R$ 112,32 bilhões.  Esse crescimento é resultado do bom desempenho dos setores agropecuários e agroindustrial nos últimos anos.  Graças ao esforço do Governo estadual está havendo uma desconcentração da riqueza em Goiás, como mostra o resultado PIB municipal divulgado  neste mês de dezembro, pelo IMB/Segplan e IBGE. Antes apenas 10   municípios concentravam 60,8% de toda a riqueza movimentada no Estado. Agora aqueles 10 municípios  (Goiânia, Anápolis, Aparecida de Goiânia, Rio Verde, Catalão, Senador Canedo, Itumbiara, Jataí, Luziânia, e São Simão )  detiveram 60,3% do PIB goiano em 2010. Embora tímida, mostra que está havendo avanços na melhoria da renda entre a população de Goiás.

Cristalina, no Entorno do DF, foi o município que teve o maior PIB agropecuário do Brasil, com o valor de R$ 624,13 milhões. Além de Cristalina outros quatro municípios goianos se destacaram entre os 10 primeiros do ranking nacional: Rio Verde, Jataí, Chapadão do Céu e Ipameri  .

A ação do poder público é indispensável e decisiva nas transformações econômicas do Estado. Ela é capaz de promover e disseminar as mudanças e assegurar condições para a expansão da economia. Em Goiás, são vários projetos que estimulam micro e pequenos empreendedores e dão subsídios para o setor produtivo.

Confira números de alguns destes programas:

Programa Produzir/Fomentar

73 projetos aprovados até novembro
5.597 empregos diretos gerados
Total de investimentos fixos: R$ 1.366.301.296,07

Crédito produtivo (até novembro 2012)

Foram aprovados R$ 3,609 bilhões em crédito produtivo;

O artesanato goiano (Casa do Artesanato) foi mostrado em salões nacionais e internacionais e feiras em 2012 e vai ganhar nova sede em 2013.

Fundo Centro-Oeste (FCO)

Total contratado entre janeiro e setembro de 2012: R$ 1.543.129.000;
23.523 operações realizadas pelo Banco do Brasil referentes ao FCO entre janeiro e setembro 2012.

Banco do Povo

Premiado pela segunda vez no CITI Melhores Microempreendimentos;

3.708 operações de crédito realizadas entre janeiro e novembro de 2012;

5.765 empregos gerados;

R$ 10.814.972,09 financiados.

Goiás ampliou os investimentos e a aplicação de seus recursos na criação de novas empresas e na geração de mais empregos. As novas linhas de crédito oportunizaram o acesso a 427 novos empreendimentos, com financiamentos de R$ 4,9 milhões.

Mais financiamentos

Aumento no saldo da carteira de crédito de 79,8% em 2012 e 116% desde janeiro de 2011;

A carteira de crédito da GoiásFomento era de R$ 20 milhões em janeiro de 2011 e hoje a Agência opera R$ 54 milhões.

Juros mais baixos e compatíveis com o mercado.

Alterações na cesta de produtos existentes, adequando às necessidades das micro e pequenas empresas, com redução de 26,5% em média nos juros, possibilitando o atendimento com maior eficácia de suas necessidades básicas de financiamentos.

Os financiamentos no período somaram R$ 56,3 milhões (correspondendo a mais de 50% do patrimônio líquido atual) em mais de 1,3 mil  contratos, sendo 96% maior que o volume liberado nos anos de 2009/2.010. Essas alterações promoveram uma elevação de 158% no volume de recursos próprios liberados no período de janeiro a novembro de 2012 comparado ao mesmo período de 2011.

Novos Empreendimentos

Criação de linha de crédito específica para Empreendedores Individuais com valor de até R$ 20 mil, contratando no período 309 operações com valor total de R$ 2,6 milhões;

Criação de linha de crédito para mototaxistas, taxistas, transporte escolar e feirantes com valores de até R$ 70 mil  para aquisição de veículo de transporte, atendendo 99 empreendimentos com valor total liberado de R$ 2,6 milhões;

Criação da linha de crédito especial com teto de R$ 1 milhão, para empresas que tenham no mínimo três anos de constituição e funcionamento e sejam geradoras, no momento do pleito do financiamento, de no mínimo dez empregos formais, com financiamentos que somaram R$ 5,9 milhões em créditos liberados em 14 contratos;

Criação da linha de crédito para o agronegócio, na modalidade de crédito rotativo, visando o desenvolvimento da atividade agroindustrial, focada principalmente nos produtores rurais fornecedores de matéria-prima para a agroindústria;

Operações com recursos próprios, houve também 34 operações com recursos de repasses do FCO/BNDES que somaram R$ 6,5 milhões.

Empregos

De acordo com dados do Instituto Mauro Borges da Segplan,  de janeiro de 2011 a outubro de 2012, foram criados 165 mil novos postos de trabalho, o que representa um crescimento de 12,5%.

Fonte: O Hoje (GO)

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