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31 de agosto de 2014.
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Centrais sindicais fazem paralisação conjunta no dia 11 de julho

Em reunião na manhã desta terça-feira (25), as centrais sindicais definiram o dia 11 de julho como data para os protestos que farão em todo o país.

"Será um dia nacional de luta com greves e manifestações em todos os Estados", disse o presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva. "Vamos parar contra a inflação e para pedir também mudanças na política econômica do governo."

Conforme a Folha antecipou na edição desta terça-feira, as cinco centrais sindicais decidiram realizar os atos para pedir a retomada das negociações da pauta dos trabalhadores, aproveitando a onda de protestos que vêm pedindo qualidade no transporte público e contrários ao aumento das tarifas.

Na pauta das centrais sindicais estão o fim do fator previdenciário, a redução da jornada de trabalho para 40 horas e o projeto de lei que permite ampliar a terceirização.

Também estão na pauta o direito de greve dos servidores e o fim das demissões imotivadas para diminuir a rotatividade de empregos. Essas duas últimas reivindicações se referem às convenções da OIT 151 e 158.

A reunião durou cerca de duas horas e participaram dirigentes das cinco centrais reconhecidas pelo governo: Força, CUT, UGT, CTB e Nova Central, além de CSP-Conlutas e CGTB.

As centrais querem mais recursos em educação, saúde, transporte e segurança.

As manifestações não são vinculadas à greve geral que está sendo marcada pelas redes sociais para o dia 1º de julho.

Apesar de inicialmente não haver consenso em incluir o combate à inflação como tema da pauta do protesto, ela vai constar da manifestação.

Na próxima sexta-feira (28), cada central deve sugerir locais de concentração em cada Estado para reunir os trabalhadores e que categorias que podem parar.

Fonte: Folha.com

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