Não se engane: a Babilônia é aqui

Esqueça a “Babilônia” que dá nome à novela da Rede Globo. A cidade que mais se assemelha à civilização em ruínas do Oriente Médio, nos dias de hoje, é Goiânia. Sob a (des)gestão do petista Paulo Garcia, a capital está completamente abandonada. Com mais de 33 mil casos registrados de dengue somente em 2015, as unidades de saúde – que já não davam conta do recado – se encontram ainda mais desamparadas em tempos de greve dos servidores da saúde, insatisfeitos com as condições precárias de trabalho e salários baixos.

Mesmo assim, o prefeito do partido que se diz dos trabalhadores não parece nem um pouco disposto a negociar com seus próprios servidores. Pelo contrário: age com truculência e ainda justifica tais atitudes. No dia 23 de abril, servidores municipais da educação, que também estão em greve, foram agredidos por guardas civis metropolitanos durante uma assembleia da categoria realizada em frente ao Paço Municipal. Sindicalistas foram parar no hospital depois de receber golpes de cassetetes.

O prefeito justificou a atitude nas redes sociais, dizendo que “Manifestação pacífica não invade áreas de circulação restrita”. Paulo Garcia deve ter se esquecido de que a Prefeitura nada mais é do que a sede da representante do povo e que absolutamente nada justifica a truculência policial contra trabalhadores de bem, que estão apenas reivindicando seus direitos.

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