Tarifa de energia sobe menos, e inflação pelo IPC-S desacelera

Índice ficou em 0,46% na primeira prévia de junho, segundo a FGV. Também perdeu força alta de medicamentos, roupas e shows.

A tarifa de eletricidade residencial subiu menos e influenciou o comportamento da inflação pelo Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S), que perdeu força na primeira semana de junho. A variação foi de 0,46%, 0,06 ponto percentual abaixo da taxa registrada na última divulgação da Fundação Getulio Vargas (FGV).

Das oito classes de despesa pesquisadas pela FGV, cinco apresentaram decréscimo em suas taxas de variação, com o maior destaque para habitação, que recuou de 0,68% para 0,56%. Dentro desse grupo, a maior influência partiu do item tarifa de eletricidade residencial, cuja taxa passou de 2,84% para 1,92%.

Também registraram decréscimo em suas taxas de variação os grupos saúde e cuidados pessoais (de 0,76% para 0,60%); alimentação (de 0,45% para 0,39%); educação, leitura e recreação (de 0,78% para 0,62%); e vestuário (de 0,29% para 0,17%).

Na contramão, ficaram maiores as variações de comunicação (de 0,02% para 0,18%); transportes (de 0,27% para 0,31%); e despesas diversas (de 0,93% para 1,10%).

Veja os destaques para cada produto:

Tarifa de telefone residencial (-0,08% para 0,15%)

Seguro facultativo para veículo (0,84% para 1,49%)

Jogo lotérico (7,29% para 9,55%)

Medicamentos em geral (1,20% para 0,57%)

Hortaliças e legumes (-1,42% para -2,77%)

Show musical (4,57% para 2,87%)

Roupas (0,27% para 0,03%)

Fonte: G1

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