SINDICATO DOS TRABALHADORES NAS INDÚSTRIAS METALÚRGICAS, MECÂNICAS E DE MATERIAL ELÉTRICO DE GOIÂNIA – SINDMETAL – GO

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Sindicato dos Metalúrgicos de Niterói consegue anular demissões

A notícia é boa para a classe: além de tickets-refeição e 9% de aumento, as demissões por justa causa foram revertidas

Na manhã de sexta-feira, 13, o Sindicato dos Metalúrgicos de Niterói chegou ao acordo desejado e os trabalhadores voltaram ao trabalho. A notícia é boa para a classe: além de tickets-refeição no valor de R$ 210 mensais e 9% de aumento, as demissões por justa causa, emitidas no período de greve, foram revertidas.” Foram 43 funcionários que receberam a justa causa, 8 na empresa Enaval e 36 na STX, mas após a reunião, todos estão de volta”, explicou Edson Carlos da Rocha, secretário de Administração e Finanças da CNM/CUT e dirigente do Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Trabalhadores das Mecânicas e de Material Elétrico de Niterói e Itaboraí (Stimmerj).

Acordo firmado entre o Sindicato dos Metalúrgicos de Niterói e o Sindicato Nacional da Indústria Naval garantiu a anulação das demissões ocorridas esta semana nos estaleiros STX e Enaval. Ao todo, 43 trabalhadores receberam carta de demissão por justa causa, o que provocou uma greve nos dois estaleiros. Na sexta-feira, os trabalhadores foram reintegrados e as atividades nas empresas voltaram à normalidade.

O acordo entre os sindicatos pôs fim também à campanha salarial dos metalúrgicos de Niterói. Os salários serão reajustados em 9%, com retroatividade ao mês de maio último.

O tíquete alimentação passa para R$ 210 e os dias de greve serão descontados em 50%, na proporção de um dia por mês trabalhado. Os metalúrgicos, nos meses de maio e junho, fizeram uma greve de 16 dias.

Assembleias deram resultados. O vice-presidente do sindicato dos trabalhadores, Edson Rocha, informou que, na manhã de sexta-feira foram realizadas assembleias nas portas dos estaleiros, quando os metalúrgicos aprovaram as bases do novo acordo coletivo. “Conseguimos um reajuste além da inflação e a reintegração de todos os demitidos. Para nós, é uma vitória. Agora, a nossa luta é pela ampliação de empregos nos estaleiros, consolidando a indústria naval da cidade como um importante polo econômico do País”, afirma Édson Rocha.

Fonte: Mundo Sindical (SP)

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