Inflação em Goiânia deve ficar abaixo de 6%

A expectativa foi manifestada ontem pelos pesquisadores do Instituto Mauro Borges de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos, da Secretaria de Gestão e Planejamento (IMB/Segplan)

A inflação em Goiânia deve encerrar o ano abaixo de 6%, pois não há tendência de alta nos preços dos alimentos nem das tarifas públicas. A expectativa foi manifestada ontem pelos pesquisadores do Instituto Mauro Borges de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos, da Secretaria de Gestão e Planejamento (IMB/Segplan), ao explicarem que a redução da tarifa de energia elétrica e a suspensão do aumento da passagem de ônibus urbano também contribuíram para a estimativa de um índice menor que o do ano passado, que foi de 9,64%.

Já a inflação de outubro, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor (IPC), ficou em 0,64%, um pouco abaixo do índice de setembro, que ficou em 0,70%. No ano, a variação acumulada chega a 4,61% e, em 12 meses, a 6,32%. Tomate, pão francês, combustíveis e gás de cozinha foram os itens que mais pesaram na composição do índice do mês passado, em Goiânia.

Segundo os técnicos do Instituto Mauro Borges de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos da Secretaria de Gestão e Planejamento (IMB/Segplan), os grupos de despesas com as maiores contribuições na formação do IPC foram alimentação (que subiu de 0,40% para 0,71%), transportes (0,43% para 1,33%) e habitação (0,44% para 0,86%). As variações de preço dos produtos que mais pesaram na taxa foram as do tomate (alta de 34,69%), pão francês (2,38%); gasolina comum (4,59%) e gás de cozinha (1,98%).

No grupo transportes, que teve a maior alta entre os pesquisados, também ficaram mais caros o etanol (8,29%), passagem de ônibus interestadual (7,84%) e motocicleta (1,09%). Em habitação, referente a itens de manutenção do lar, os maiores reajustes foram observados nos produtos de limpeza, que subiram 1,42% no período.

Fonte: O Popular

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