SINDICATO DOS TRABALHADORES NAS INDÚSTRIAS METALÚRGICAS, MECÂNICAS E DE MATERIAL ELÉTRICO DE GOIÂNIA – SINDMETAL – GO

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Goiás fecha 1º semestre com vendas abaixo do esperado

Crescimento foi de 3,3% em relação ao mesmo período do ano passado, como mostra pesquisa

As indústrias extrativas e de metalurgia básica ajudaram Goiás a fechar o primeiro semestre do ano com crescimento de suas vendas industriais. Mesmo depois de quatro resultados negativos e apenas dois positivos, as vendas do setor industrial goiano cresceram 3,3% em relação aos seis primeiros meses do ano passado. Mas o desempenho ficou abaixo das expectativas do setor no início do ano e é considerado um reflexo das incertezas geradas pela crise internacional.

Além do aumento das vendas, o emprego na indústria goianas também cresceu 1% no primeiro semestre, enquanto a massa salarial aumentou bem mais: 4,7%, segundo a pesquisa Indicadores Industriais, realizada pela Federação das Indústrias de Goiás (Fieg). “Hoje, o trabalhador é melhor remunerado, com mais reposições salariais e salários melhores, principalmente por causa do aumento da qualificação”, explica o economista da Fieg, Cláudio Henrique de Oliveira.

Os setores que tiveram os melhores desempenhos no semestre foram as indústrias extrativas, que venderam 21,5% mais que no mesmo período do ano passado, e de metalurgia básica, cujas vendas aumentaram 11,9% em média (veja quadro). Cláudio Henrique acredita que o aumento das vendas na extração mineral seja consequência de um aquecimento da procura depois de uma demanda reprimida no ano passado.

Já a metalurgia básica foi beneficiada pela construção civil, que continuou aquecida. Somente na indústria Delta Alumínio, que produz esquadrias metálicas, este ano as vendas cresceram cerca de 20% sobre o ano passado. O diretor da empresa, Ademar Barbosa de Freitas Filho, explica que o desempenho é resultado do grande número de lançamentos da construção civil no ao passado.

“O mercado de alto padrão tem crescido muito”, justifica o empresário, que forneceu muitas esquadrias para construções em condomínios fechados e prédios de alto padrão. Com o aumento da demanda, a empresa também precisou contratar mais empregados, que passaram de 22 para 30. E a empresa continua contratando. “Precisamos de trabalhadores em praticamente todas as áreas, desde a produção até para as vendas”.

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Fonte: O Popular (GO)

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