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Goiânia é a 4ª capital que mais criou emprego

Goiânia foi a quinta cidade que mais criou empregos no País em janeiro, de acordo com os dados do Cadastro Geral dos E mpregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho. Considerando somente as capitais, ela ficou em quarto lugar, atrás apenas de São Paulo, Belo Horizonte e Brasília. Entre as 50 cidades que mais geraram postos de trabalho estão Aparecida de Goiânia em 14º lugar, Anápolis, em 22º, Jataí, em 36º, e Rio Verde, em 38º.

Conforme o levantamento, seis dos dez municípios que mais criaram postos de trabalho com carteira assinada foram capitais. São Paulo lidera, com 20,9 mil vagas – mais de três vezes o número de novos postos criados em Belo Horizonte, a segunda cidade no ranking, com 5,99 mil postos. Excetuadas as capitais, Vacaria (RS) lidera o ranking, com 3,96 mil empregos formais criados em janeiro.

Mercado informal
O ministro do Trabalho, Carlos Lupi, disse ontem que a taxa de desemprego real, índice que pretende criar até o fim do ano, vai se basear em dados do Caged e da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) e dará ênfase ao mercado de trabalho informal. Em entrevista após se reunir com empresários na sede da Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base (Abdib), Lupi defendeu sua iniciativa, embora tenha ressaltado que ela está em fase embrionária.

Na avaliação dele, as instituições que medem a taxa de desemprego atualmente no País utilizam como base para a pesquisa uma amostragem restrita a algumas regiões metropolitanas brasileiras. “A pesquisa de desemprego do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), por exemplo, é feita em apenas sete regiões metropolitanas. Não mostra o Brasil como um todo e não tem uma fotografia mais ampla do processo”, afirmou. “Eu acho que para ter a taxa de desemprego real tem de pegar o Brasil inteiro, e é nisso que eu estou trabalhando.”

De acordo com o ministro, os índices de desemprego atuais não captam a realidade do mercado informal, de autônomos e de profissionais liberais. “Fala-se muito na mão de obra informal, mas há muita deformação na informalidade. Um autônomo não é formal porque não quer.”

Fonte: O Popular

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